A Fifa está considerando a expansão da Copa do Mundo de 2026, que já contará com 48 seleções, para 64 equipes na edição de 2030. Essa mudança marcaria um marco histórico, uma vez que a competição celebrará seu centenário, sendo realizada em território de Espanha, Portugal e Marrocos, além de jogos no Paraguai, Uruguai e Argentina. A informação foi divulgada pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, em recente entrevista.
Proposta de expansão da Copa do Mundo
Atualmente, a edição de 2026 será a maior já realizada, com 48 seleções competindo. Antes disso, o torneio contava com 32 times entre 1998 e 2022. Caso a proposta de Infantino seja aprovada, mais de 25% das seleções filiadas à Fifa terão a oportunidade de disputar o prestigiado torneio. A decisão final sobre a ampliação será tomada após a conclusão da Copa do Mundo de 2026, quando os responsáveis se reunirão para avaliar a viabilidade da proposta.
Reações e opiniões sobre a mudança
O uruguaio Ignacio Alonso, integrante do conselho da Fifa, foi o pioneiro a sugerir a inclusão de 64 seleções, com sua proposta sendo feita em março de 2025. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, expressou grande entusiasmo, afirmando que seria um “sonho” homenagear tantas equipes durante a comemoração do centenário da Copa do Mundo.
Críticas e preocupações
Por outro lado, a proposta enfrenta resistência, principalmente do presidente da Uefa, Aleksander Ceferin. Ele argumenta que a inclusão de tantas seleções poderia prejudicar a dinâmica das partidas eliminatórias e sobrecarregar o evento, comprometendo a qualidade dos jogos.
A discussão sobre a ampliação da Copa do Mundo reflete um olhar para o futuro do futebol, destacando a importância de proporcionar mais oportunidades para seleções menores, especialmente fora da Europa e América do Sul. O debate promete aquecer as conversas no mundo do esporte nos próximos anos.






